Bom dia..
Lindinhos, cliquem no link abaixo e façam o que é pedido.
Mas prestem atenção em tudo e deixem no comentários qual foi o brinquedo escolhido.
Beijos
Prô Rose
http://www.tiogui.com.br/default.asp?pag=ambiente.asp
sexta-feira, 18 de abril de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
4ª aula-coleta seletiva- o que é reciclável e o que não é reciclável

São considerados recicláveis aqueles resíduos que constituem interesse de transformação, que têm mercado ou operação que viabiliza sua transformação industrial. Para citar um exemplo: fraldas descartáveis são recicláveis (http://www.knowaste.com/), mas no Brasil não há essa tecnologia (ainda). Portanto não há destino alternativo aos lixões e aterros sanitários para fraldas descartáveis no Brasil. Logo, fraldas descartáveis não se configuram como materiais recicláveis no nosso contexto. Este exemplo também é bom para demonstrar como não há “receita de bolo” e a importância de o programa de coleta seletiva ter coerência com a realidade local, isto é, a realidade social, ambiental e econômica.
Na lista abaixo há materiais ditos não recicláveis que em certas regiões tem compradores, podendo ser considerados portanto recicláveis.
Na lista abaixo há materiais ditos não recicláveis que em certas regiões tem compradores, podendo ser considerados portanto recicláveis.
Papel -Recicláveis
Folhas e aparas de papel
Jornais
Revistas
Caixas
Papelão
Formulários de computador
Cartolinas
Cartões
Envelopes
Rascunhos escritos
Fotocópias
Folhetos
Impressos em geral
Tetra Pak
Papel -Não Recicláveis
Adesivos
Etiquetas
Fita Crepe
Papel carbono
Fotografias
Papel toalha
Papel higiênico
Papéis engordurados
Metalizados
Parafinados
Plastificados
Papel de fax
Cuidados especiais:
Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento.
Metal-Recicláveis
Latas de alumínio
Latas de aço: óleo, sardinha, molho de tomate.
Ferragens
Canos
Esquadrias
Arame
Metal -Não recicláveis
Clipes
Grampos
Esponja de aço
Latas de tinta ou veneno
Latas de combustível
Pilhas
Baterias
Cuidados especiais:
Devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados)
Plástico-Recicláveis
Tampas
Potes de alimentos
PET
Garrafas de água mineral
Recipientes de Limpeza
Higiene
PVC
Sacos plásticos
Brinquedos
Baldes
Plástico -Não recicláveis
Cabo de panela
Tomadas
Adesivos
Espuma
Teclados de computador
Acrílicos
Possivelmente recicláveis
Isopor tem reciclagem em algumas localidades
Cuidados especiais:
Potes e frascos limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento .
Vidro- Recicláveis
Potes de vidro
Copos
Garrafas
Embalagens de molho
Frascos de vidro
Vidros -Não recicláveis
Planos
Espelhos
Lâmpadas
Cerâmicas
Porcelanas
Cristal
Ampolas de medicamentos
Cuidados especiais:
Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se quebrados devem ser embalados em papel grosso (jornal ou craft).
Folhas e aparas de papel
Jornais
Revistas
Caixas
Papelão
Formulários de computador
Cartolinas
Cartões
Envelopes
Rascunhos escritos
Fotocópias
Folhetos
Impressos em geral
Tetra Pak
Papel -Não Recicláveis
Adesivos
Etiquetas
Fita Crepe
Papel carbono
Fotografias
Papel toalha
Papel higiênico
Papéis engordurados
Metalizados
Parafinados
Plastificados
Papel de fax
Cuidados especiais:
Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento.
Metal-Recicláveis
Latas de alumínio
Latas de aço: óleo, sardinha, molho de tomate.
Ferragens
Canos
Esquadrias
Arame
Metal -Não recicláveis
Clipes
Grampos
Esponja de aço
Latas de tinta ou veneno
Latas de combustível
Pilhas
Baterias
Cuidados especiais:
Devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados)
Plástico-Recicláveis
Tampas
Potes de alimentos
PET
Garrafas de água mineral
Recipientes de Limpeza
Higiene
PVC
Sacos plásticos
Brinquedos
Baldes
Plástico -Não recicláveis
Cabo de panela
Tomadas
Adesivos
Espuma
Teclados de computador
Acrílicos
Possivelmente recicláveis
Isopor tem reciclagem em algumas localidades
Cuidados especiais:
Potes e frascos limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento .
Vidro- Recicláveis
Potes de vidro
Copos
Garrafas
Embalagens de molho
Frascos de vidro
Vidros -Não recicláveis
Planos
Espelhos
Lâmpadas
Cerâmicas
Porcelanas
Cristal
Ampolas de medicamentos
Cuidados especiais:
Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se quebrados devem ser embalados em papel grosso (jornal ou craft).
Após a leitura deixem sugestões de como poderíamos fazer isso em nossa escola
beijos
pro rose
segunda-feira, 7 de abril de 2008
3ª aula
Pilhas , baterias- cidades e soluções
Após assistir ao video ( www.lixo.com.br) , coloque seu comentário sobre o que você acha desse problema tão grande e suas soluções.
beijos
prô Rose
Após assistir ao video ( www.lixo.com.br) , coloque seu comentário sobre o que você acha desse problema tão grande e suas soluções.
beijos
prô Rose
segunda-feira, 31 de março de 2008
2ª aula

Bom dia ,
hoje nossa leitura será sobre
Catadores de Materiais Recicláveis
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares, e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõem seus resíduos em lixões.Hoje estima-se que 1 em cada 1000 brasileiros é catador.E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Estes têm orgulho de ser Catador.Há Catadores de todo tipo.
Trecheiros: que vivem no trecho entre uma cidade e outra, catam lata pra comprar comida.
Catadores do lixão: catam diuturnamente, fazem seu horário, catam há muito tempo ou só quando estão sem serviço de obra, pintura etc.
Catadores individuais: catam por si, preferem trabalhar independentes, puxam carrinhos muitas vezes emprestados pelo comprador que é o sucateiro ou deposista.
Catadores organizados: em grupos autogestionários onde todos são dono do empreendimento, legalizados ou em fase de legalização como cooperativas, associações, ONGs ou OSCIPs.O Catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões, sacando os recicláveis do lixo misturado que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros kilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço a população já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria prima virgem – recursos naturais esgotáveis – além da economia com coleta e disposição final.Dentre os Catadores organizados ou em organização existem os
Grupos em organização: com pouca ou nenhuma infra-estrutura, muita necessidade de apoio, e vontade de trabalhar em grupo e se fortalecerem.
Catadores organizados autogestionários: grupos que funcionam como cooperativas de fato onde decisões são tomadas de modo democrático, as vendas e os resultados são de domínio de todos graças a transparência das informações que muitas vezes são afixadas na parede - o valor da venda, dos descontos, as atas das reuniões e etc. Não há uma liderança única da qual dependam todas as decisões e todos os associados representam o empreendimento como dono.
Redes de cooperativas autogestionárias: A idéia de rede é uma forma de fortalecer os grupos na busca de quantidade, qualidade e freqüência que são algumas das imposições do mercado da reciclagem. Em rede os grupos podem vender por melhores preços por terem juntos maiores quantidades e aqueles que não tem prensa poderem enfardar o material. Em rede os grupos também podem se organizar para otimizar a coleta e realizarem inclusive coleta de outros materiais como óleo de cozinha, alimentos entre outros.E há também as
Coopergatos: Grupos não autogestionários, que tem um dono, onde um manda e todos obedecem e funciona como uma empresa privada só que sem os benefícios sociais que uma empresa privada teria que dar.
Cooperativas de Sucateiros: Alguns sucateiros que, nem sempre, mas freqüentemente tem com catadores relações pra lá de exploratórias, percebendo vantagens junto a políticas públicas se regularizam legalmente como cooperativas mas funcionam como empresa privada, sob a fachada do cooperativismo. Infelizmente esse padrão é bastante freqüente.
Cooperativas de apoiadores: Grupos de catadores organizados por pessoas que não tem histórico na catação e se auto-declaram catadores (mas tem perfil de apoiador) para exercer uma liderança sem nenhum compromisso com o processo emancipatório dos catadores. Apoiadores só deveriam fazer parte de uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis se fosse no conselho consultivo, sem direito a voto e sem direito a renda.
É imperativo que o apoio aos catadores seja compromissado com o protagonismo deles e a construção dos processos emancipatórios desta categoria.Catadores são vítimas de preconceito por parte da sociedade e constantemente são associados ao problema do lixo podendo ser associados as soluções.São atores históricos da gestão dos resíduos nas cidades e da cadeia produtiva da reciclagem e merecem políticas públicas que fortaleçam seu perfil empreendedor e ecológico.O estilo do apoio no Brasil é o do amparo, da tutela simbólica, que vê os atores históricos como incapazes, estilo cesta básica e assistencialismo. Será bom entender o que é apoio dentro de uma premissa emancipatória.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares, e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõem seus resíduos em lixões.Hoje estima-se que 1 em cada 1000 brasileiros é catador.E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Estes têm orgulho de ser Catador.Há Catadores de todo tipo.
Trecheiros: que vivem no trecho entre uma cidade e outra, catam lata pra comprar comida.
Catadores do lixão: catam diuturnamente, fazem seu horário, catam há muito tempo ou só quando estão sem serviço de obra, pintura etc.
Catadores individuais: catam por si, preferem trabalhar independentes, puxam carrinhos muitas vezes emprestados pelo comprador que é o sucateiro ou deposista.
Catadores organizados: em grupos autogestionários onde todos são dono do empreendimento, legalizados ou em fase de legalização como cooperativas, associações, ONGs ou OSCIPs.O Catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões, sacando os recicláveis do lixo misturado que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros kilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço a população já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria prima virgem – recursos naturais esgotáveis – além da economia com coleta e disposição final.Dentre os Catadores organizados ou em organização existem os
Grupos em organização: com pouca ou nenhuma infra-estrutura, muita necessidade de apoio, e vontade de trabalhar em grupo e se fortalecerem.
Catadores organizados autogestionários: grupos que funcionam como cooperativas de fato onde decisões são tomadas de modo democrático, as vendas e os resultados são de domínio de todos graças a transparência das informações que muitas vezes são afixadas na parede - o valor da venda, dos descontos, as atas das reuniões e etc. Não há uma liderança única da qual dependam todas as decisões e todos os associados representam o empreendimento como dono.
Redes de cooperativas autogestionárias: A idéia de rede é uma forma de fortalecer os grupos na busca de quantidade, qualidade e freqüência que são algumas das imposições do mercado da reciclagem. Em rede os grupos podem vender por melhores preços por terem juntos maiores quantidades e aqueles que não tem prensa poderem enfardar o material. Em rede os grupos também podem se organizar para otimizar a coleta e realizarem inclusive coleta de outros materiais como óleo de cozinha, alimentos entre outros.E há também as
Coopergatos: Grupos não autogestionários, que tem um dono, onde um manda e todos obedecem e funciona como uma empresa privada só que sem os benefícios sociais que uma empresa privada teria que dar.
Cooperativas de Sucateiros: Alguns sucateiros que, nem sempre, mas freqüentemente tem com catadores relações pra lá de exploratórias, percebendo vantagens junto a políticas públicas se regularizam legalmente como cooperativas mas funcionam como empresa privada, sob a fachada do cooperativismo. Infelizmente esse padrão é bastante freqüente.
Cooperativas de apoiadores: Grupos de catadores organizados por pessoas que não tem histórico na catação e se auto-declaram catadores (mas tem perfil de apoiador) para exercer uma liderança sem nenhum compromisso com o processo emancipatório dos catadores. Apoiadores só deveriam fazer parte de uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis se fosse no conselho consultivo, sem direito a voto e sem direito a renda.
É imperativo que o apoio aos catadores seja compromissado com o protagonismo deles e a construção dos processos emancipatórios desta categoria.Catadores são vítimas de preconceito por parte da sociedade e constantemente são associados ao problema do lixo podendo ser associados as soluções.São atores históricos da gestão dos resíduos nas cidades e da cadeia produtiva da reciclagem e merecem políticas públicas que fortaleçam seu perfil empreendedor e ecológico.O estilo do apoio no Brasil é o do amparo, da tutela simbólica, que vê os atores históricos como incapazes, estilo cesta básica e assistencialismo. Será bom entender o que é apoio dentro de uma premissa emancipatória.
De acordo com o dicionário Aurélio temos a.poi.os. m. 1. Tudo que serve para amparar, firmar, segurar, sustentar. 2. Mec. e Constr. Base, assento, sapata. 3. Amparo, socorro. 4. Argumento, autoridade, prova, ou qualquer coisa que se autorize, ou se prove. 5. Aprovação, assentimento.
Após a leitura, façam um comentário sobre o que entenderam e sobre o que vocês poderiam fazer para ajudar o meio ambiente com relação ao lixo.
beijos Prô Rose
quarta-feira, 19 de março de 2008
inicio das atividades

Bom dia alunos do 3º ano, a atividade de hoje é a seguinte:
Escrevam sobre o que vocês conhecem do que é LIXO.
Em seguida, entrem no site: http://www.lixo.com.br/ apertando nesse link de cor diferente, e leiam o ítem a esquerda chamado PRECICLE, depois façam comentários.
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