
O mercado da informática cresceu assustadoramente nos últimos anos, e o lixo gerado por ele também. Os resíduos eletrônicos estão entre as categorias de detritos com o maior crescimento no mundo e, hoje, atinge a marca de 40 milhões de toneladas anuais.
No Brasil, dez milhões de equipamentos novos chegam às lojas todos os anos e, sem leis que regulamentem o destino do lixo tecnológico, cerca de um milhão de computadores são jogados fora anualmente. Os mais antigos contêm altas taxas de produtos químicos venenosos ou metais pesados como o mercúrio, o cádmio e o chumbo. Quando incinerados, lançam gases tóxicos no meio ambiente, e o risco de vazamento dessas toxinas e metais pesados no solo e nos lençóis freáticos é altíssimo.
Mesmo que os equipamentos antigos continuem guardados no fundo dos armários junto com outras tralhas que acumulamos ao longo da vida e jamais cheguem aos lixões, essa situação não deixa também de ter impacto, ainda que indireto, sobre o meio ambiente. Apesar de uma parte desses resíduos serem aproveitados no mercado de segunda mão, o resto terminará nos lixões e esse é o perigo. Além das substâncias tóxicas, o lixo tecnológico também contém quantias significativas de prata, ouro e outros metais com alto valor de mercado. A reciclagem do ouro contido em velhas placas de computador, por exemplo, é muito mais vantajosa e produz menos impacto ambiental que extrair o metal da terra. Porém, a reciclagem, como é feita atualmente, não é tão benigna como parece.
Algumas empresas americanas e européias processam o material com a real preocupação de minimizar a poluição e os riscos à saúde, mas a maioria costuma vendê-lo a intermediários que, por sua vez, o enviam a países em desenvolvimento, onde as leis de proteção ambiental são inexistentes ou pouco respeitadas. Para quem mora nas nações ricas, que mais geram esse tipo de lixo, essa é uma solução conveniente. Para os brasileiros, que estão consumindo eletrônicos em uma escala cada vez maior, é o momento de se mobilizar em torno de mais esse perigo ao meio ambiente.Conhecer mais sobre o assunto, pressionar por políticas públicas que regulamente o descarte de resíduos tecnológicos, incorporar ações sustentáveis no dia-a-dia são atitudes que o CDI incentiva para que todos exerçam plenamente sua cidadania.
No Brasil, dez milhões de equipamentos novos chegam às lojas todos os anos e, sem leis que regulamentem o destino do lixo tecnológico, cerca de um milhão de computadores são jogados fora anualmente. Os mais antigos contêm altas taxas de produtos químicos venenosos ou metais pesados como o mercúrio, o cádmio e o chumbo. Quando incinerados, lançam gases tóxicos no meio ambiente, e o risco de vazamento dessas toxinas e metais pesados no solo e nos lençóis freáticos é altíssimo.
Mesmo que os equipamentos antigos continuem guardados no fundo dos armários junto com outras tralhas que acumulamos ao longo da vida e jamais cheguem aos lixões, essa situação não deixa também de ter impacto, ainda que indireto, sobre o meio ambiente. Apesar de uma parte desses resíduos serem aproveitados no mercado de segunda mão, o resto terminará nos lixões e esse é o perigo. Além das substâncias tóxicas, o lixo tecnológico também contém quantias significativas de prata, ouro e outros metais com alto valor de mercado. A reciclagem do ouro contido em velhas placas de computador, por exemplo, é muito mais vantajosa e produz menos impacto ambiental que extrair o metal da terra. Porém, a reciclagem, como é feita atualmente, não é tão benigna como parece.
Algumas empresas americanas e européias processam o material com a real preocupação de minimizar a poluição e os riscos à saúde, mas a maioria costuma vendê-lo a intermediários que, por sua vez, o enviam a países em desenvolvimento, onde as leis de proteção ambiental são inexistentes ou pouco respeitadas. Para quem mora nas nações ricas, que mais geram esse tipo de lixo, essa é uma solução conveniente. Para os brasileiros, que estão consumindo eletrônicos em uma escala cada vez maior, é o momento de se mobilizar em torno de mais esse perigo ao meio ambiente.Conhecer mais sobre o assunto, pressionar por políticas públicas que regulamente o descarte de resíduos tecnológicos, incorporar ações sustentáveis no dia-a-dia são atitudes que o CDI incentiva para que todos exerçam plenamente sua cidadania.
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Greenpeace
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